Autor: Rubens Salles

O que é Educação Humanizadora

Realização do Movimento pela Educação Humanizadora

21/09/2020 – MOVEH

Palestrantes

Bruno Caetano – Secretário de Educação Municipal de São Paulo
Eliseu Gabriel – Vereador e Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esportes da Câmara Municipal de São Paulo
Ute Craemer – Associação Comunitária Monte Azul e Aliança pela Infância
Wesla Monteiro – Mapa Educação
Ana Paula Cury – Escola de Pais
Milton Tortella – Escola Manacá

Olhar para o Docente: o reconhecimento devido

Realização do Movimento pela Educação Humanizadora

23/09/2020 – MOVEH

Palestrantes

Daniela Zanon Rodrigues – Professora da Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul
Melanie Mangels Guerra – Faculdade Rudolf Steiner
Isadora Tortella – Mapa Educação
Erika dos Anjos – Estudante de Pedagogia
Rubens Salles – Instituto Ruth Salles
Cristina Velasquez – Federação das Escolas Waldorf

 

O Cristo Redentor do Corcovado

por Ruth Salles

escrito para crianças que foram subir ao Corcovado

Desenho de lousa da professora Juliana Nogueira

Vocês sabiam que as antigas comunidades de cristãos ignoravam o dia do nascimento de Jesus?

Pois ficou então decidido escolher uma data, e a data escolhida foi 25 de dezembro, para substituir a festa com que os romanos comemoravam o nascimento do sol invencível (Natalis solis invictus), que desaparece à noite e ressurge de manhã. E, daí por diante, o nascimento de Jesus, que morreu e ressurgiu, é festejado nesse dia.
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Teatro para jovens de 12 a 13 anos – orientações pedagógicas

O jovem entre os 12 e 13 anos

Por Cristina Maria Brigagão Abalos, Dora Regina Zorzetto Garcia e Vilma Lúcia Furtado Paschoa.

Por volta dos 12 anos de idade, o jovem entra num período de profundas transformações, tanto no nível físico, quanto emocional e intelectual. No nível físico, a pré-puberdade tem início, caracterizando-se pela gradativa perda da harmonia corporal; os movimentos começam a se tornar angulosos e estabanados, os membros alongam-se e, ao mesmo tempo, uma grande energia e vitalidade manifestam-se, especialmente nos meninos, que precisam se livrar do excesso de forças, seja em esportes mais dinâmicos, seja em confrontos corporais entre eles ou com meninos mais velhos. A diferença entre meninos e meninas cresce cada vez mais. O comportamento das meninas oscila principalmente devido a vivências sentimentais e emocionais.

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Einstein os Hindus e Eu

por Ruth Salles

Parece-me que a maioria das pessoas imagina Deus como uma espécie de um ser diferente, mas como se fosse meio humano. Quando muito jovem, veio-me a ideia de Deus como algo esférico, porque a esfera é a forma mais perfeita que existe. Então contemplei estática essa ideia e me pareceu que a esfera era um ponto, um foco de luz no centro do espaço, e que, por vontade de se expandir (e expandir-se é amar) emitiu o universo, que ficou como que na periferia de uma grande esfera, como imagem refletida desse foco de luz, dessa Força Primordial. Pois não é que, anos depois, ao ler um livrinho para leigos chamado “O Universo e o Doutor Einstein”, encontrei lá essa ideia de universo como que na periferia de uma espécie de esfera, e que esse universo está em expansão e que depois haverá uma retração. Lendo então sobre os hindus, aprendi que, no deus Brahma, o universo é sua respiração. Ele o expira depois o inspira, havendo então uma parada chamada pralaya. Achei estranha essa semelhança entre os hindus e Einstein. Gostei tanto dessa ideia que me senti como um pontinho refletido da expansão da Força primordial, sendo o universo como que um espelho dessa Força. Há anos, contando isso a alguns netos, uma neta de 14 anos disse: “Vó, gostei da sua ideia de Deus redondinho.”