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O brincar segundo a Pedagogia Waldorf – A experiência da Associação Crianças de Luz em Canoa Quebrada CE

por: Helen Flávia de Lima, Patrícia Marques da Silva, Flaviane dos Santos Rocha, Erisvânia Silva dos Anjos e Assunção Oliveira de Almeida

A semente do jardim de infância Waldorf foi plantada na Vila do Estevão, Canoa Quebrada/CE, em 1999. Mas, a narrativa dessa história se inicia anos antes, com Ângela Gehrke , quando trabalhava como parteira na Associação Comunitária Monte Azul/SP e viajava com frequência para o Nordeste, a fim de conhecê-lo. E foi em uma dessas viagens que Ângela chegou em Canoa Quebrada, especificamente à Vila do Estevão. Ali, criou um forte vínculo com uma das famílias da comunidade, e desde então, passou a ir anualmente para lá, onde realizou alguns partos, inclusive de sua própria afilhada.

O nascimento dessa criança fortaleceu, ainda mais, o desejo de Ângela de levar a experiência exitosa do jardim de infância Waldorf da Associação Comunitária Monte Azul/SP à vila do Estevão/CE, pois observava que ali não existiam projetos direcionados para crianças da primeira infância, mas apenas uma escola com uma única sala multisseriada, lugar no qual eram reunidas no mesmo espaço crianças de três a doze anos de idade.

A gestação desse projeto resultou na conquista de um financiamento de dois anos para a sua implantação, bem como o convite à Eva Martins de Castro  para que semeasse a pedagogia Waldorf em outro jardim. Eva aceitou a proposta de Ângela, porém antes de ir para o Ceará, mesmo tendo a experiência de trabalhar treze anos no jardim de infância da Associação Comunitária Monte Azul, Eva passou por um processo de formação durante um ano, incluindo estudos sobre a pedagogia Waldorf bem como a parte organizacional desta Associação.

ACESSE aqui o PDF com o capítulo completo e conheça essa bela história sobre a criação e o desenvolvimento da Associação Crianças de Luz, em Canoa Quebrada, no Ceará.

Referência

  • Capítulo do livro Militância Política e Teórico-Científica da Educação no Brasil
    Organizadores: Américo Junior Nunes da Silva e Airã de Lima Bomfim
    Ponta Grossa PR – Editora Atena 2020

 

 

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Quando o risco vale a pena

Vídeo produzido pelo Instituto Alana

Educadores falam sobre o risco e a necessidade das crianças brincarem livremente.

“Dizer que é preciso que crianças corram riscos para sair da zona de conforto e se preparar para o futuro não significa de modo algum colocá-las em perigo, mas dar espaço tanto para o sucesso quanto para o fracasso em determinadas situações. Em setembro deste ano, a ISGA (International School Grounds Alliance), entidade que reúne organizações educacionais de diversos países, divulgou uma declaração em que defende a importância do risco na vida infantil:  alana.al/owP6Mb . Neste vídeo que produzimos, diversos especialistas apresentam dados e informações importantes sobre o tema. Confira o que eles têm a dizer, a partir de estudos e reflexões sobre o assunto. Vale a pena!” Instituto Alana

 

 

7 – Antropologia

O desenvolvimento humano em setênios

por Rubens Salles

Embora o ser humano nasça completo em sua estrutura, com corpo, alma e espírito, e com as capacidades anímicas de pensar, sentir e querer, o desenvolvimento de cada um destes elementos se dá em etapas bem definidas. A Antroposofia divide o desenvolvimento do homem em períodos de, aproximadamente, sete anos, os setênios.

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